
Começa a caça de bruxas na USC

Fevereiro 2008
2 estudantes de Direito, 2 estudantes de Políticas, 1 estudante de Jornalismo e mais um de Económicas som @s primeiros/as bodes expiatórios/as da chivata, covarde, histérica reaccionária e fascista Cancelo Márquez. Esta professora-decana que odeia todo o que cheire a estudantado mobilizado, e que comprometeu a sua Universidade, e nomeadamente a sua Faculdade, na campanha eleitoral do PP com a assistência desnecessária e provocadora dumha repressora como María San Gil, tem já remitido o expediente anunciado à Reitoria de Senén Barro.
Falamos, portanto, de 8 companheiros/as que esta impresentável tem posto no alvo da repressom, ao ter sido eles/as as pessoas "identificadas" por Cancelo e os seus sequazes (grande equipa investigadora criminal), de entre as mais de 30 que participavam no acto. As e os jovens som indireitamente citados/as por El Correo Gallego, pedra basilar do tridente meios-polícia-justiça espanholas para agir contra todo o que se mova no País, numha notícia publicada hoje em imprensa e internet, a qual, como sintoma do jeito esquizoide como actua a repressom, é acompanhada por umha imagem em que os macacos de San Gil atiram ao chao um estudante.
De AGIR desconhecemos se a Reitoria alargará a mais companheiras/os o "estudo exaustivo" que prometeu Senén Barro. Só queremos, para já, solidarizar-nos com todas e todos eles, a expensas de que os trámites sancionadores impulsados por Cancelo vaiam ter efeito ou nom.
Cancelo e Senén, vaia duo!
Nom queremos rematar esta notícia, acerca das responsabilidades sancionadoras que se baralham dentro da comunidade universitária, sem referir as declaraçons irrisórias, se nom fosse assunto sério, de Cancelo e Barro. A primeira, que semelha continuar fora de si, desfogava-se assim: "le voy a pedir al rector de la Universidad la expulsión inmediata de los responsables e intervinientes en el incalificable acto del pasado martes; que sea contundente y que se haga todo lo posible para que desaparezca Agir. También voy a reclamar que este grupo pierda toda representación en las organizaciones universitarias y se le retiren las subvenciones de que pudiera disponer". (Repetimos-lhe que nom recebemos subvençom algumha, nom se preocupe por isso).
Estas declaraçons depidem um fedor agressivo inusual na tranqüila Universidade que dizem procurar. A que vem esse "que se faga todo o possível para que desapareça AGIR"??. AGIR é umha organizaçom integrada por estudantes. É umha ameaça? Pretende acabar com nós? Exterminar-nos quiças?
Senén, pola sua banda, inchou o peito e sentenciou, nem mais nem menos, sobre os actos de terça-feira: "son rechazables en cualquier contexto y mucho más en una universidad, un espacio especialmente cuidadoso y fomentador de la libertad de expresión y la defensa del ser humano y su independencia". Toda umha brincadeira para o estudantado consciente e que se mobiliza polos seus direitos.
El Correo derrapa
Como em toda ocasiom em que tenhem a oportunidade, os manipuladores de El Correo volvem fazer um caldo de siglas para satisfaçom dos seus forofos leitores, e para abranger toda a esquerda nacional com a deslegitimaçom que os médios perseguem incubando patranhas que já som históricas.
Como exemplo indicativo, mencionar que introduzem umha valorizaçom totalmente subjectiva, imprópria dum/ha profissional da comunicaçom, na documentaçom aportada como anexo à notícia de hoje. Fala-se de AGIR sob o cabeçalho de "una organización antitodo lo español" e, sem reparos, afirma, ante o facto de sermos umha organizaçom estudantil, que "nada más lejos de la realidad". (?¿).
Por último, a estratégia-marco mediática de El Correo segue dando réditos aos seus redactores, que, 'honrados e solidários' eles, nom esquecem que Galiza tem
presos/as políticos/as. Assim, e mentindo descaradamente, mencionam três jovens que nom pertencem à organizaçom reconhecendo-os como a sua cúpula, e engadem a esse trio, dum jeito deliberado e com má fé, Ugio Caamanho, preso galego em Espanha.
Além do mais, Xiana Rodrigues, presa galega em Espanha, volve saír mencionada neste jornal, desta volta como "instrumento de alarma social" para mencionar que foi militante de AGIR e que está encarcerada por um atentado, argumento totalmente enganoso porque nom tem sido julgada. Enfim, segue a festa das mentiras...